Gosto dele como não saberia nem iria querer saber explicar. Como as flores do sol, como os corais do mar, gosto dele.
Estou a guarda-lo num lugar especial, um lugar que já foi desfeito por tempestades mas que está agora mais tranquilo que nunca. Num lugar que me preenche, que palpita vida a cada olhar.
O tempo ajoelha-se e rende-se perante nós. Escolhe não pesar, não estragar, não dar conta da sua presença.
É-me díficil conseguir descrever pois simplesmente não há nada que seja preciso dizer.
Simplesmente, gosto dele, e pronto.