Sou uma pseudo-blogger na blogosfera, acho. Uma blogger a sério está a par dos blogs que há, há quanto tempo cá andam, ou simplesmente são famosas que dói. Eu não. Confesso que também não me esforço por descobrir como se faz isso. Escrevo sobre amor, sobre amizades, sobre os meus sentimentos, sobre música, sobre moda, sobre rapazes, sobre universidade, sobre qualquer coisa. Falo da minha vida. E quem quiser lê, quem não quiser não lê. Não me deixa de mau humor um comentário anónimo, e estou pouco me lixando se quem aqui vem gosta ou não do que lê.
Mas pronto, já estou a divagar. O que queria mesmo mesmo mesmo mesmo, era que me explicassem como se encontram os hate-blogs? Tenho que ser uma espécie de stalker e ler todos os comentários de todos os posts? E ver o perfil de toda a gente e entender as entrelinhas o que querem dizer?
É que, epá, eu só li um dois desses e já foi há algum tempo...e até dava prá risota! E se agora me aparecesse um para me fazer soltar umas boas gargalhadas era óptimo para cortar o clima de estudo.
Há alguma alminha caridosa que me aponte um ou me dê pistas?(*riso maquiavélico*).
P.S.: E o dia dos namorados, que está para chegar? Quem vai passá-lo como outro dia qualquer, forever alone ou forever working?
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Da amizade
Há coisas que acontecem sem ser por acaso. E penso que é o caso das zangas entre amigos. Dizem que na Universidade se fazem amigos para a vida e eu acredito mesmo que sim.
Sou finalista, pelo que já passei a fase de "amigas 4ever". Mantenho perto de mim pessoas maduras mas também totalmente loucas, ao mesmo tempo,porque me fazem bem, e porque sem elas a vida era uma seca. Conheci centenas de pessoas neste percurso, deixei de falar com umas quantas, perdi contacto com outras tantas, mas outras ficaram perto.
Especialmente uma. Conhecemo-nos quando caloiras e tínhamos uma amizade histórica. De ano para ano, mantinha-se, e as caloiras queriam sempre ser como nós. Unha e carne. Mas num dos Verões houve a gota de água, zanga feia. Chegamos a ficar sem nos falarmos. Como completas desconhecidas e por paneleirices. Chorei, muito! Quis fugir, desistir, desaparecer. Qualquer coisa que me desse a opção de não enfrentar aquela realidade. Mas fiquei, e tive que aguentar, resistir. E valeu a pena. Aos poucos fomos retomando o que quase havia sido perdido. Foi complicado, pois a confiança é algo frágil. Em passos de bebé, começamos praticamente do zero. Pensamos por vezes que já não nos conhecíamos, que eramos outras pessoas. Mas na verdade, tudo estava como antes. As mesmas pessoas, os mesmos gostos, as mesmas tontices.
A história de como quase perdi a minha melhor amiga é, ainda hoje, dolorosa, e triste.
Mas na verdade, serviu para nos fortalecer, para nos provar, a nós mesmas, que havia algo que era mais forte.
Se ainda tenho medo que algo semelhante volte a acontecer? Sim, tenho. E acredito piamente que também ela tenha. Porque quem gosta cuida, quem gosta teme.
Mas o Futuro ninguém conhece, o Passado está no passado, com cicatrizes que carregam lições. O mais importante é o Agora, o Presente. O mais importante é aprender e crescer, dia após dia, como pessoas. E memorizar as tempestades, para que não se voltem a repetir os mesmo erros.
E curtir. Muito, porque a Vida são dois dias, e um já está a acabar.
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