Isto vai ser provavelmente das entradas mais confusas e absurdas, mas como alguém me disse, tenho que falar. E preciso. Mas sinto que é aborrecido falar sempre do mesmo, porque eu também me farto de mim mesma e destas dúvidas.
Já passaram vários meses, já cometi erros e manipulei pessoas, numa busca egoísta e insensível de encontrar alguém que preenchesse o vazio que ficou. Na esperança de te encontrar em alguém que eu gostasse tanto como gostei de ti. Mas não encontrei. Nesse caminho desumano, magoei a mim e outras pessoas. Nesse caminho, tentei encobrir as saudades de ti, com seduções, com vícios, com festas, com o que quer que fosse que mantivesse a minha mente aparentemente ocupada.
Durante meses, sorria de dia e chorava à noite, na companhia da minha solidão e da minha almofada. Durante meses escondi os meus pensamentos, escondi-me de mim. Odiei-me, como nunca odiei ninguém.
E ainda odeio. E temo. Temo arriscar, e dar um passo em falso. Temo, pois conheço-me melhor que ninguém e sei o que sou capaz. Temo, pois sei que ao mínimo deslize, voltava(para ti).
Continuo nesta tortura psicológica, a matar-me aos poucos, que me consome por dentro. Continuo neste impasse, dividida entre dois sorrisos, sem que nenhum deles se dirija a mim. Férias. Por favor.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Reflexões nº4
Espaço de um ano. Um ano. Como é possível. Num ano. Perdemos o que nunca tivemos. Arrependemos-nos do que devíamos ter dito. Vão pessoas, vão paixões, vêem pessoas, vêem desilusões. Durante um ano. Mantém-se o que tem que se manter. Foi um ano. E tanto por dizer.
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